quarta-feira, 6 de abril de 2016

Greenwald: saída de Dilma fortaleceria a corrupção


Vencedor do Prêmio Pulitzer de Jornalismo em 2014 e do Prêmio Esso de 2013, Glenn Greenwald diz que ‘o fato mais bizarro sobre a crise política é que, de Michel Temer a Eduardo Cunha, passando pelos tucanos Aécio Neves e Geraldo Alckmin, os adversários mais influentes de Dilma Rousseff estão envolvidos em chocantes escândalos de corrupção bem mais sérios do que os que são dirigidas a mandatária’; em artigo assinado com o jornalista David Miranda, ele critica ainda ‘o tratamento abertamente político de Sérgio Moro com relação ao ex-presidente Lula e a cobertura midiática embaraçosamente sensacionalista feita pelo "Jornal Nacional" e por outros programas da Rede Globo’.
247 – Vencedor do Prêmio Pulitzer de Jornalismo em 2014 e do Prêmio Esso de 2013, Glenn Greenwald afirma, em artigo, que a saída de Dilma Rousseff fortaleceria a corrupção.

Segundo ele, ‘o fato mais bizarro sobre a crise política é que, de Michel Temer a Eduardo Cunha, passando pelos tucanos Aécio Neves e Geraldo Alckmin, os adversários mais influentes de Dilma Rousseff estão envolvidos em chocantes escândalos de corrupção bem mais sérios do que os que são dirigidas a mandatária’.

No texto assinado com o jornalista David Miranda, ele critica ainda ‘o tratamento abertamente político de Sérgio Moro com relação ao ex-presidente Lula e a cobertura midiática embaraçosamente sensacionalista feita pelo "Jornal Nacional" e por outros programas da Rede Globo’.

Confira texto: Se impeachment, então quem?