quinta-feira, 21 de abril de 2016

Já faz 4 meses que STF não julga afastamento de Cunha


Marcelo Auler
Em uma tramitação rápida – 34 dias no total – a 4ª Seção do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (com jurisdição no sul do país) arquivou, por unanimidade, o pedido de investigação contra o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, pelos crimes de abuso de autoridade,por conta da condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para depor no dia 4 de março. (leia: TRF-4 arquiva pedido de investigação contra Sérgio Moro. Blindagem?)
Enquanto isto, o Supremo Tribunal Federal (STF), desde dezembro, está com o pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que Eduardo Cunha seja afastado da presidência da Câmara sem apreciá-lo.
Desta forma colaborou para afetar a imagem do Brasil no exterior. Todos os grande jornais estrangeiros – já que os nossos compactuam com o golpe – questionaram como um político acusado de corrupção e com contas ilegais na Suíça pode presidir uma sessão na Câmara dos Deputados para discutir a admissibilidade de um processo de impedimento contra uma presidente jamais envolvida em corrupção.
Ou seja, levantaram a suspeita de falta de isenção. Mas os ministros do Supremo, como Celso de Mello, alegam que não há irregularidade e não se pode falar em golpe.
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