quinta-feira, 7 de julho de 2016

Renúncia foi manobra para tirar Maranhão, salvar Cunha e tirar Impeachment de Temer



Com a renúncia de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ao comando da Câmara dos Deputados, o presidente em exercício da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), terá prazo de até cinco sessões para realizar uma eleição para preencher o cargo até fevereiro de 2017, quando acabaria o mandato do peemedebista na presidência.

CUNHA RENUNCIA


Deputado deixa presidência da Câmara discurso de renúncia trajetória na câmara carreira política o que acontece agora carta de renúncia.

Cunha estava afastado do comando da Câmara e do mandato de deputado federal desde 5 de maio por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). No início da tarde desta quinta (7), ele concedeu um pronunciamento no salão nobre da Câmara na qual comunicou sua renúncia da presidência da Casa.
A decisão foi oficializada em uma carta que será encaminhada a Waldir Maranhão, que ocupa a presidência interinamente a presidência da Câmara desde que Cunha foi afastado do Legislativo.

Pelo regimento interno da Casa, a carta de renúncia precisará ser lida em plenário e depois publicada no "Diário Oficial da Câmara" para que entre em vigor.

A partir da publicação da renúncia, começará a contar o prazo para a realização de eleição para um mandato tampão até fevereiro. Neste prazo, serão levadas em conta tanto as sessões de votação quanto as de debate, desde que haja quórum de 51 deputados.
Waldir Maranhão não precisa, porém, aguardar o fim desse prazo para realizar a eleição. Ele poderá chamar o pleito a qualquer momento a partir da oficialização da renúncia.


Assista ao vídeo, Cunha renunciam, chora e se diz perseguido por PT: