quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Março 2016: Sem Dilma, volta de investimentos será ‘instantânea’, diz presidente da Riachuelo


Em março de 2016, o presidente da Riachuelo – uma das maiores redes do varejo brasileiro – Flávio Rocha defendeu que o empresariado do país precisa "sair da toca" sobre suas posições políticas para garantir uma guinada liberal no Brasil – caminho que, na sua avaliação, poderia tirar o país da crise.

Rocha foi um dos primeiros empresários brasileiros a se posicionar abertamente a favor da saída de Dilma Rousseff da Presidência e disse acreditar que, nesse caso, haveria uma rápida retomada dos investimentos na economia real.




"Seria instantâneo", defende. "É o que está acontecendo na Argentina. Não precisou de dez dias para a criação de um círculo virtuoso."

Otimista sobre um eventual governo Michel Temer, o empresário se recusa a comentar a possibilidade do vice-presidente também ser "derrubado" pela Operação Lava Jato. "Cada agonia em sua hora", diz.



Confira também, Vídeo com o Lula que está bombando na internet 

Defensor de um Estado mínimo, ele acredita que o eleitor brasileiro está cansado do que define como as propostas "de inspiração estatizante ou ligadas a social-democracia" dos partidos tradicionais e está preparado para um projeto pró-livre mercado: "Hoje) temos trinta e tantos partidos, mas nosso cenário político é mais ou menos como aquele livro: cinquenta tons de vermelho e cor-de-rosa".

Podemos ver que a "previsão" não se concretizou né?