quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

EUA devia ao Brasil em 2015, 256 bilhões de dólares, será que Temer e Serra cobrarão?

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Dados do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos apontam que o Brasil terminou dezembro de 2014 com US$ 256 bilhões aplicados em títulos públicos do governo norte-americano. Montante aumentou 4,2% em relação ao mesmo período de 2013 e põe o Brasil como o quarto maior credor individual da dívida pública americana; ranking dos maiores detentores de títulos do Tesouro dos EUA é liderado pela China, que tem US$ 1,244 trilhão aplicados em títulos americanos.



247 – Dados do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, divulgados recentemente, apontam que o Brasil terminou dezembro de 2014 com US$ 256 bilhões aplicados em títulos públicos do governo norte-americano. Montante aumentou 4,2% em relação ao mesmo período de 2013 e põe o Brasil como o quarto maior credor individual da dívida pública americana.


O ranking dos maiores detentores de títulos do Tesouro dos EUA é liderado pela China, que reduziu o volume de US$ 1,244 trilhão em dezembro de 2014, ante US$ 1,270 trilhão no final de 2013. Depois da China, aparecem Japão e Bélgica.

O Brasil passou a ganhar destaque como um dos maiores financiadores do mundo dos EUA quando as reservas internacionais do País começam a crescer. Atualmente elas estão em US$ 372 bilhões. Parte destes recursos estão aplicados em papéis norte-americanos, considerados os mais seguros do mundo.

Segundo o blog do Altamiro silva, com exceção da China, os estrangeiros aumentaram as compras de títulos do Tesouro dos EUA no ano passado. O estoque de papéis detidos no exterior fechou dezembro em US$ 6,154 trilhões, um crescimento de 6,2% em 12 meses. O Japão foi um dos países que aumentou seu estoque, em 4%, para US$ 1,231 trilhão.

Economistas destacam que a queda dos rendimentos dos títulos públicos na Europa, sobretudo em países como a Alemanha, ajudou a atrair recursos externos para os EUA, principalmente em meio à expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) vai elevar os juros este ano, no primeiro aumento nas taxas desde 2006.

O aumento do interesse dos estrangeiros pelos Treasuries dos EUA tem feito o dólar se valorizar ante as principais moedas do mundo. Para os economistas do Instituto Internacional de Finanças (IIF, na sigla em inglês), formado pelos maiores bancos do mundo, a tendência é que a moeda norte-americana continue forte nos próximos meses.

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