quarta-feira, 8 de março de 2017

A festinha do Noblat em Brasília


O Cafezinho - A suruba não pára em Brasília.


Na festa de aniversário do Noblat, lá estavam eles, Michel Temer, presidente da república, e Gilmar Mendes, presidente do TSE.

O Palácio do Planalto registrou as fotos do aniversário no portal da presidência, com destaque.




Para um governo que multiplicou em milhares de vezes as verbas federais para a Revista Caras, não é de se espantar.

Para registro histórico, publico as imagens abaixo, do fotógrafo Beto Barata.






Ainda sobre a festa de Noblat, reproduzo abaixo nota publicada na Folha, hoje. Ela diz muito sobre o moralismo incrivelmente vulgar, quase irresponsável, de setores midiáticos da esquerda.

Confira também, Como o mentiroso (Aécio Neves) é desmascarado

Chico Alencar, deputado federal pelo PSOL, teve uma atitude meio estranha neste aniversário.

Ele foi flagrado, por um repórter, “diferenciando” o grau de envolvimento na Lava Jato dos convidados. Mas o deputado parecia antes se referir ao grau de blindagem que os políticos gozam na mídia e nos aparelhos jurídicos partidarizados do Estado.

E ele beija a mão de quem goza da blindagem em grau máximo: Aécio Neves!

Chico Alencar beija a mão de Aécio e o diferencia de Renan e Jucá

08/03/2017 07h13

O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) beijou a mão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) ao diferenciá-lo de políticos envolvidos na Operação Lava Jato.

Em jantar em comemoração aos 50 anos de carreira do jornalista Ricardo Noblat, no restaurante Piantella, em Brasília, na noite de terça-feira (7), Alencar, que faz oposição a Temer, conversava numa roda sobre diferenciar o tipo de envolvimento na Lava Jato.

“Você tudo bem, mas Renan [Calheiros (PMDB-AL)] e [Romero] Jucá (PMDB-RR), não”, comparou o deputado.

Alencar, então, perguntou sobre como era estar do mesmo lado que os dois —o PSDB é o principal aliado do presidente Michel Temer.

“É isso mesmo”, tergiversou Aécio.

À Folha, Chico Alencar disse que é “um cara derramado, como ele [Aécio], aliás. Não é sinal de submissão”.