quinta-feira, 27 de abril de 2017

"Dia 28 eu vou trabalhar" afirmam meninotes do MBL que nunca trabalharam.

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As centrais sindicais e as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo convocaram uma greve geral nacional para a próxima sexta-feira (28) contra as reformas da Previdência e trabalhista propostas pelo governo do presidente Michel Temer (PMDB). Várias categorias profissionais já confirmaram a adesão à paralisação nas principais capitais brasileiras.



Os motoristas e cobradores que circulam na cidade de São Paulo prometeram parar já a partir das 22h desta quinta.

Os ferroviários da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) confirmaram adesão à greve geral.


Os bancários paulistas também decidiram, em várias assembleias realizadas em locais de trabalho, paralisar suas atividades na sexta-feira.

Na educação, os professores da rede privada de ensino decidiram aderir à paralisação. Tanto os professores da rede estadual quanto da municipal de São Paulo já haviam anunciado a adesão.

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Os aeroviários de Guarulhos aprovaram em assembleia aderir a greve de 24 horas desta sexta. Trinta porcento dos funcionários devem manter as atividades

Os trabalhadores da saúde de alguns hospitais públicos de todo o Estado de São Paulo também prometeram parar. Segundo o Sindsaúde-SP, 13 unidades hospitalares vão participar da greve integralmente, como o Hospital Cachoeirinha (zona norte), e outros 10 se comprometeram a paralisar as atividades durante parte do dia, como o Hospital Estadual Mandaqui (zona norte).

Enquanto isso, os vagabundos do MBL...