segunda-feira, 17 de abril de 2017

Estadão destaca que Dilma foi recebida como presidente na Suíça e irrita Temer e PSDB


Até o Estado de São Paulo às vezes não consegue esconder que Dilma Rousseff (PT) foi afastada injustamente da presidência da república por um bando de golpistas e com o apoio desse próprio jornalão.


Em publicação de ontem (10), o famoso Estadão destaca a visita de Dilma à Europa e enfatiza a maneira respeitosa e calorosa como ela está sendo recebida por autoridades, artistas e povo em geral.




Veja alguns trechos da matéria:

Em Genebra (Suiça), “ela foi recebida pelo diretor máximo da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder, na sede da própria entidade, com protocolo”.


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Dilma “também foi recebida pelo Conselho Mundial de Igrejas, entidade que também tem sede em Genebra e que tem se transformado em um local privilegiado de diálogos entre grupos de oposição”.

“Em seu hotel, no centro de Genebra, a ex-presidente recebeu lideranças parlamentares da Suíça”.

“Neste sábado, ela ainda será a principal convidada de um festival de cinema, que se transformou no principal evento paralelo às reuniões de direitos humanos da ONU”.

“Já na segunda-feira, ela dará uma palestra num dos principais centros de estudos internacionais da Europa. Ela falará sobre “a defesa dos direitos sociais na América do Sul”. Mais de 700 pessoas estão inscritas para assistir ao discurso”.

“Dilma ainda concedeu uma entrevista ao principal jornal da TV suíça, em horário nobre, e que vai ao ar no domingo”.

Ao tempo em que faz acenos forçados à presidenta, o Estadão destaca que o governo brasileiro, isto é, os golpistas que se instalaram no Planalto, estão muito irritados com a agenda da petista.

Em vão, o tucano Aloysio Nunes, dublê de Ministro das Relações Exteriores, tenta convencer a opinião pública internacional que no Brasil vai tudo muito bem e a democracia está a pleno vapor. Desespero.

Quando até o Estadão dá espaço à Dilma é porque as coisas vão de mal a pior no cada vez mais instável governo Temer. Já morreu e faz que não sabe.