terça-feira, 16 de maio de 2017

Temer não se compromete em nomear o mais votado da lista tríplice para a PGR

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Em entrevista concedida ao jornal O Globo, Temer afirmou que respeitará a listra tríplice com os nomes indicados pelo Ministério Público Federal ao cargo de procurador-geral da República, mas não garantiu que o mais votado será o escolhido.


O mandato do atual procurador-geral da República, Rodrigo Janot, terminará em 17 de setembro.

Temer, provavelmente, acabará com a liberdade dada ao Ministério Público pelo ex-presidente Lula e a presidenta eleita Dilma Rousseff visando, claramente, se blindar.




Não faremos uma crítica à essa sinalização por não enxergamos em Temer a figura de um presidente. Mas cabe refletir se essa liberdade dada até então ao Ministério Público é, de fato, benéfica. 

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Todo esse poder conferido aos procuradores resultou em diversas práticas abusivas e seletivas. O que nos faz lembrar de uma frase do ex-procurador-geral da República, Sepúlveda Pertence, ao se referir à ao Ministério Público: “Criamos um monstro”.

As asas do MP não cresceram demais?