quarta-feira, 12 de julho de 2017

Lula gerou mais de 10 milhões de empregos sem mexer em direitos trabalhistas


Brasil da Mudança - Mais de 22 milhões de empregos formais, a menor taxa de desemprego de todos os tempos (4,9% em abril de 2014), aumento real de 74% no valor do salário mínimo, reajuste acima da inflação em 84,5% das negociações salariais para mais de 300 categorias profissionais e a ascensão de 48,7 milhões de pessoas às classes A, B e C não deixam dúvidas: nunca antes na história deste país, os trabalhadores brasileiros tiveram conquistas tão importantes quanto nos governos Lula e Dilma.


O aumento dos investimentos público e privado movimentaram o mercado de trabalho e levaram o país à situação de pleno emprego. Caíram por terra os falsos mitos de que era preciso crescer para depois distribuir, de que os ganhos do salário mínimo inviabilizariam as prefeituras e a Previdência, e de que era necessário cortar direitos trabalhistas para reduzir o custo do trabalho e gerar mais empregos. Com Lula e Dilma, a ampliação de direitos, o crescimento econômico e os ganhos salariais andaram juntos, fazendo parte do mesmo compromisso: construir um país forte – sem pobreza – e para todos os brasileiros.


Não só foram gerados 22 milhões de empregos formais no Brasil nestes 13 anos, como houve um ganho real de 42,9% no salário médio de admissão, que passou de R$ 772,58, em 2003, para R$ 1.104,12 em 2013, de acordo com dados do Ministério do Trabalho. E, apesar da crise internacional e dos pessimistas de plantão, o mercado de trabalho interno continuou se ampliando. Enquanto, em todo o mundo, a crise eliminou 60 milhões de empregos, de 2008 até hoje, o Brasil gerou 11 milhões de postos de trabalho com carteira assinada.