quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Considerado o político mais corrupto do Brasil, Aécio Neves critica Maduro e vira piada na rede


Minas 247 – Líder do golpe que destruiu a economia e a democracia no Brasil, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) pediu a união das democracias do mundo contra o regime de Nicolás Maduro, na Venezuela.


Abaixo, texto do senador que liderou o golpe no Brasil:

O senador Aécio Neves defendeu, nesta terça-feira (08/08), no Senado, aprovação de um voto de censura ao regime de Nicolás Maduro, na Venezuela. Em pronunciamento no plenário da Casa, o senador afirmou que a escalada da violência no país contra os opositores e o avanço de abusos autoritários por parte de Maduro exigem um posicionamento claro de todas as forças democráticas do mundo.

"A posição do Brasil pela liderança natural que exerce nessa região é absolutamente vital para o que conjunto das forças democráticas do mundo se manifestem e ajam, através dos organismos democráticos internacionais, para que seja colocado um fim a essa que talvez seja a mais violenta escalada autoritária dos tempos modernos", ressaltou Aécio Neves.


Relatório da ONU, divulgado hoje, calcula em mais de 5 mil pessoas presas na Venezuela desde que os protestos contra Maduro se intensificaram, em abril deste ano. Para a organização, o ditador recorre à força excessiva contra manifestantes.

A violência explodiu na Venezuela desde que Nicolás Maduro decidiu realizar uma Assembleia Nacional Constituinte para enfraquecer seus opositores. A eleição, realizada no fim de julho, foi criticada por organismos internacionais por suspeitas de fraudes.

"É papel sim do Congresso Nacional e deste Senado, responsável inclusive pela aprovação de inúmeros acordos internacionais, uma manifestação firme como essa que propõe o senador Ferraço com absoluto e integral apoio do PSDB. É sim nossa responsabilidade agirmos enquanto uma democracia, ao contrário do que afirmaram alguns há pouco. Democracia plena que hoje vigora no país. Porque quando se fala de democracia, liberdade, quando se defende direitos humanos, não há que se respeitar fronteiras", afirmou o senador.